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segunda-feira, 11 de março de 2013

Marco Feliciano não foi racista e duvido que tenha sido homofóbico, diz jornalista


Marco Feliciano não foi racista e duvido que tenha sido homofóbico, diz jornalista

Em três textos escritos em sua coluna na Veja, Reinaldo Azevedo fala sobre a polêmica envolvendo o deputado evangélico.
por Leiliane Roberta Lopes

Marco Feliciano não foi racista e duvido que tenha sido homofóbico, diz jornalista "Marco Feliciano não foi racista e duvido que tenha sido homofóbico"
Todos os dias encontramos nos jornais e portais noticiosos novas informações sobre a polêmica envolvendo o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) e seus acusadores, que o chamam de racista e homofóbico por suas declarações nas redes sociais.
O jornalista Reinaldo Azevedo, da Veja, escreveu três textos comentando o tema. Ele não defende Feliciano e afirma que a interpretação dele sobre o continente africano é errônea, mas em contrapartida afirma que os esquerdistas (pessoas ligadas a partidos como PT, PSOL E PCdoB e outros) estão exagerando quando afirmam que a frase foi racista, já que o pastor não fala sobre negros.
Em outro texto, Azevedo fala exatamente da família negra que o deputado federal faz parte. Sua mãe é negra e seu padrasto também o é. Pelos dados usados pelo Governo para estabelecer cotas raciais, o próprio pastor também é considerado negro.
“Há um monte de branco raivoso apontando o dedo para o negro Feliciano. Já demonstrei aqui que ele apenas citava uma passagem do Gênesis — e ainda errava sobre a origem bíblica dos africanos. Na democracia, as pessoas são livres para falar e escrever tolices”, escreveu.
Ainda sobre este tema o jornalista da Veja relembra que nas eleições de 2010, Feliciano foi um dos líderes religiosos usados pelo PT para atrair votos para a então candidata Dilma Roussef.
Reinaldo Azevedo chegou a postar o vídeo onde Feliciano narra seu encontro com a então ministra da Casa Civil fazendo campanha para sua eleição como presidenta.
“Enquanto ele puxava votos para o partido e cumpria a tarefa de diminuir a rejeição dos evangélicos ao nome da petista, era útil. Agora, não pode presidir uma comissão”, conclui o jornalista, lembrando que o hoje o PT se revolta contra o deputado.
Mesmo discordando das ideias de Marco Feliciano o jornalista acredita que seus acusadores estão sendo autoritários. “[Feliciano] pode ter as ideias mais atrasadas e impróprias sobre isso e aquilo, mas não foi racista e duvido que tenha sido homofóbico — não basta, para justificar essa acusação, que o sujeito seja contra o casamento gay

“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor


“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor

Ciro Zibordi comenta críticas a Marco Feliciano
por Jarbas Aragão

“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor
Desde que foi aventada a possibilidade do deputado pastor Marco Feliciano assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, uma enxurrada de críticas contra ele tomaram conta da mídia brasileira.
Diferentes frases ditas pelo pastor, trechos de vídeo, e inclusive processos que deveriam correr em segredo de justiça foram usados para desabonar a conduta pregressa do parlamentar. Ocorreram inclusive protestos dentro da própria igreja evangélica, que Feliciano acredita representar.
O teólogo, autor e pastor Ciro Zibordi comentou a situação em seu blog neste sábado. Para ele “não foi por acaso que a ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”.
Embora reconheça que Feliciano no passado “deixou a desejar como pastor e pregador”, este seria um tempo de os evangélicos orarem por ele e estarem alerta para os planos dos que ele chama de “evangelicofóbicos”. Esse grupo seria “Formado por ativistas LGBTUVWXYZ, juristas, parlamentares e governantes laicistas, além de boa parte da grande mídia… movimento [que] deseja cumprir à risca a agenda liberal. Esta, que é mundial, conta com o apoio de ilustres governantes, como Barack Obama, e abarca a liberação do aborto e a destruição da família segundo o modelo esposado na Bíblia Sagrada”.
Embora lembre das promessas bíblicas, enfatizando que os evangélicos não tem nada a temer, fez uma ressalva, considerando os últimos acontecimentos “querem calar os verdadeiros pregadores do Evangelho. E alguns desses inimigos da Palavra de Deus e dos bons costumes prometem até pegar em armas, se for necessário. Um desses evangelicofóbicos disse que vai lutar para destruir toda a influência do cristianismo sobre a sociedade brasileira”.
Durante muitos anos a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara esteve na mão do Partido dos Trabalhadores. Sua presidência foi para o PSC, partido de Feliciano, após negociações com partidos aliados. Entre suas votações previstas estão questões relativas aos direitos dos homossexuais, o que gerou grande parte do protesto, uma vez que Feliciano é contrário ao casamento gay.

É, DÁ PRA PERCEBER MESMO ,Q TEM GENTE INTERESSADA EM TRANSFORMAR ISSO AQUI  NUMA NOVA IRLANDA DO NORTE(guerra entre católicos e protestantes),NUM PAKISTÃO (onde cristãos verdadeiros são enforcados,por ñ professarem a religião oficial do país)
 
NÃO QUEREM PERDER O OSSO Q ROEM HÀ 500 ANOS POR AQUI..500 ANOS DE MENTIRA E RELIGIOSIDADE APARENTE,SÓ NO PAPEL,SÓ NO DISCURSO, NA EXTERIORIZAÇÃO.,
EVANGELHO  DE ARAQUE ,SABÃO Q Ñ TIRA MANCHAS..Ñ MUDA PESSOAS DE DENTRO PRA FORA...
DIAS DE APOSTASIA E ÓDIO A TUDO Q SE CHAMA DEUS,ISTO É: A TD Q DISCORDA DE SEUS ATOS CONDENÁVEIS..QUEREM NOS RISCAR DO MAPA..E AINDA TEM A CARA -DE- PAU  DE DIZER Q OS EXTEMISTAS SOMOS NÓS!


ATIVISTAS GAYS TUMULTUAM CULTO E TENTAM AGREDIR MARCO FELICIANO


Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano

“Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.
por Michael Caceres


  • Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano
    Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.
    Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.
    “Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.
    Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.
    “Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.
    Hackers tentam invadir site e redes sociais
    Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

    sábado, 9 de março de 2013

    Teria a Mulher Direito sobre Seu Corpo Quando o Assunto é o Aborto?


    Silas Malafaia explica por que os cristãos são contra o aborto

    O pastor também refuta os motivos apresentados por grupos feministas e liberais de esquerda
    por Leiliane Roberta Lopes


  • Silas Malafaia explica por que os cristãos são contra o aborto Silas Malafaia explica por que os cristãos são contra o aborto
    O aborto é um dos assuntos mais polêmicos do momento, não só no Brasil como em muitos países do mundo como nos Estados Unidos. As igrejas católicas e evangélicas são as que mais se posicionam contra a prática afirmando que a vida começa na concepção e que, portanto, o aborto é um assassinato.
    Na semana que precede o Dia Internacional da Mulher o assunto entra em debate novamente, já que grupos de direitos das mulheres querem descriminalizar a prática alegando que a mulher tem o direito sobre o seu próprio corpo, podendo então interromper a gravidez caso desejar.
    Poucas pessoas entendem os motivos que levam os cristãos a se posicionarem com tanta firmeza contra o aborto e para esclarecer essas dúvidas o pastor Silas Malafaia escreveu um artigo no site Verdade Gospel na coluna “Pr. Silas Responde” onde semanalmente ele responde o questionamento dos internautas.
    Para o pastor evangélico a questão não é apenas teológica, mas biológica por ter na ciência a afirmação de que a vida começa na concepção. A genética também aceita tal afirmação pela embriologia e pela medicina fetal. “Se a vida começa na concepção, abortar um ser humano, em qualquer estágio da vida dele, é assassinato”, diz Malafaia.
    Usando a Bíblia o líder da Associação Vitória em Cristo (AVEC) cita o texto de Êxodo 21.22-25 que revela que na lei de Moisés que fala sobre a punição para quem agredir uma mulher grávida.
    “Sabe quais as diferenças entre um óvulo fecundado e um bebê? O tempo de vida, o tamanho e a forma, o desenvolvimento e o tipo de nutrição”, explica.
    Malafaia também refuta a afirmação de quem defende o direito da mulher interromper a gravidez indesejada por ter direito ao seu próprio corpo: “O feto não é uma extensão da mãe. Embora precise do útero dela e tenha uma relação simbiótica com ela, o feto é um ser independente. Logo, ela não tem o direito de tirar-lhe a vida.”
    “Além disso, nenhum ser humano tem o poder absoluto sobre o seu próprio corpo. Nós não temos o direito, assegurado por lei, de pôr fim à nossa vida. Se assim não fosse, suicídio e eutanásia não seriam criminalizados”.
    Gravidez indesejada e o sexo sem proteção
    O pastor evangélico também cita que muitas mulheres desejam fazer o aborto para interromper uma gravidez não desejada que muitas vezes é fruto de relações promíscuas.
    “A verdade é que a maioria dos abortos é fruto da promiscuidade e irresponsabilidade de homens e mulheres que fazem sexo sem proteção e com qualquer parceiro. Depois, quando um filho é ‘concebido acidentalmente’, querem livrar-se do ‘fruto indesejado’ a qualquer custo”.
    Silas Malafaia denuncia que os grupos feministas e liberais de esquerda querem forçar a opinião pública a aceitar o aborto dizendo que a mulher pobre precisa ser melhor tratada nos hospitais públicos para não recorrer às clínicas clandestinas.
    “Para comover a população e obter a simpatia dela à sua causa, os grupos favoráveis ao aborto costumam evocar situações de estupro ou de risco de morte da mulher. Mas esses casos são uma minoria e já são respaldados pela lei”, lembra o religioso. “Não devem servir como argumento para a destruição de uma vida inocente, que não pediu para ser gerada e nada pode fazer para se defender contra

    sexta-feira, 8 de março de 2013

    Marco Feliciano diz que sofre ameaças de morte

    Marco Feliciano diz que sofre ameaças de morte

    Antes de assumir a Comissão de Direitos Humanos ele precisa receber dez votos dos 18 parlamentares que fazem parte do órgão
    por Leiliane Roberta Lopes


  • Marco Feliciano diz que sofre ameaças de morte Marco Feliciano diz que sofre ameaças de morte
    O nome do pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC-SP, nunca foi tão citado na imprensa brasileira como nos últimos dias quando o partido resolveu indicá-lo ao posto de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
    Sua indicação foi questionada e condenada por muitas pessoas que acusam o pastor de ser homofóbico e racista. Após assumir o cargo, que ainda terá que ser confirmado por meio de uma votação entre os 18 membros da CDHM, Feliciano afirmou que está sendo ameaçado e desmente as acusações de racismo e homofobia.
    Em entrevista ao jornal O Globo, o deputado garante que as críticas se dão pelo fato dele fazer parte da bancada evangélica e ter entrado com um requerimento contra a decisão do STF sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
    “Não por ideologia apenas, mas para poder preservar a Constituição brasileira”, disse. “O que tem acontecido é que a Constituição está sendo rasgada. Artigo 226, parágrafo 13: está escrito lá que casamento civil é entre um homem e uma mulher. Então, enquanto não se faz uma PEC, enquanto não se altera a Constituição (o STF não pode decidir sobre o assunto). Eu, pessoalmente, sou guardião dela (Constituição)”, conclui.
    Questionado sobre as declarações ditas como racistas, Feliciano lembra a origem de sua família e diz que o texto bíblico citado por ele foi interpretado de forma errada. “Eu não sou racista. O caso foi simplesmente um texto que eu citei e, como sempre, as pessoas me interpretaram errado, e fizeram uma caveira ao meu respeito. Eu sou de matriz negra.”
    Ameaças de morte
    Suas declarações contra a união de pessoas do mesmo sexo tem lhe rendido alguns inimigos e muitos usam a internet para fazer ameaças como o próprio pastor revelou ao jornalista do O Globo.
    “Entre no meu site e veja lá a petição pública que você vai ver um cidadão dizendo que eu deveria estar no céu com um tiro bem dado no meio do peito”, afirmou ele. No site do deputado, na página da petição em seu favor para a presidência da CDHM realmente há um grifo em uma mensagem de um internauta que pede a morte de Feliciano.
    “Isso tudo pelo Twitter. Então eu sofro demais com a comunidade (da internet). Quando na verdade a comunidade é meia dúzia de parlapatões que não tem o que fazer e ficam aí o tempo todo na mídia tentando destruir pessoas”.
    Feliciano comenta suas propostas para CDHM
    Mesmo havendo um acordo entre os partidos políticos, o deputado Marco Feliciano terá que enfrentar os demais parlamentares que fazem parte da Comissão. Alguns prometem protestar contra o novo presidente alegando que ele não tem o perfil para defender os direitos humanos.
    Porém Feliciano segue acreditando que terá os dez votos necessários para assumir ao posto e começar a trabalhar na CDHM. Tanto que ele já tem algumas propostas para os primeiros trabalhos a serem realizados pela Comissão, a primeira será reabrir os mais de 300 projetos que estão engavetados.
    Em segundo lugar irá convidar os membros da Comissão a decidirem juntos os projetos que serão votados. “Isso é para mostrar para todo mundo que não existe nenhum monstro que vai assumir a presidência da comissão”, falou o deputado ao O Globo.
    “Em terceiro lugar, é trabalhar arduamente para limpar essa sujeira que fizeram com o meu nome, me chamaram de racista e homofóbico. E racismo e homofobia são crimes. Um é você achar que existe uma raça superior à outra. E o outro é você usar a violência . E eu nunca fiz uma coisa nem outra. Sou cristão, aprendi com Cristo”.

    Associação Católica Acusa Candidatos a Papa de Acobrtar Pedofilia


    Associação católica acusa candidatos a Papa de acobertar pedofilia

    Lista com nome de 12 cardeais “ficha suja” gera mal-estar no Vaticano
    por Jarbas Aragão


    Associação católica acusa candidatos a Papa de acobertar pedofilia Associação católica acusa candidatos a Papa de acobertar pedofilia
    O SNAP é uma Associação católica que representa pessoas abusadas sexualmente por sacerdotes. Esta semana começaram uma campanha para que 12 dos cardeais que estarão no conclave não participem e menos ainda sejam votados.
    A lista é formada por Timothy Dolan, Sean O’Malley, e Donald Wuerl, dos EUA, Leonardo Sandri, da Argentina, George Pell, da Austrália, Marc Ouellet, do Canadá, Dominik Duka da República Checa, Peter Turkson, de Gana, Oscar Maradiaga Rodriguez, de Honduras, Tarcisio Bertone e Angelo Scola da Itália, e Norberto Rivera Carrera, do México.
    Segundo eles, esses seriam os piores candidatos para Papa devido a maneira como trataram as denúncias de abuso sexual, negando-se a investigar ou a comentar publicamente os casos. Os cardeais Bertone e Tucson estão entre os candidatos mais fortes para sucederam Bento 16.
    SNAP é a sigla em inglês para Rede de Sobreviventes de Abusos causados por Padres, e afirmou que suas acusações são baseadas em relatos da mídia, processos jurídicos e declarações das vítimas.
    “Eu não vou responder a esse grupo, que tem pouca ou nenhuma credibilidade”, disse Joseph Zwelling, porta-voz do cardeal Dolan.
    Quando perguntado sobre a lista da SNAP, Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, foi enfático: “Nós acreditamos que não é a SNAP que irá decidir quem vem para o conclave e que será escolhido …. cardeais pode decidir sem pedir conselhos. ”
    Embora nem todos estejam diretamente ligados a casos de abuso sexual, a SNAP disse que  foram colocados na lista por causa de suas declarações públicas relacionadas com esses escândalo sexuais. Seria uma maneira de gerar o mesmo mal-estar que os candidatos considerado “ficha suja” enfrentaram nas últimas eleições no Brasil
    Desde segunda-feira,  cardeais de todo o mundo estão chegando a Roma para participar do processo de escolha do próximo pontífice, após a renúncia do Papa Bento 16.
    Serão 115 cardeais com direito a voto, de acordo com Lombardi. Para poder ser eleito, um cardeal precisa apenas ter menos de 80 anos.
    O abuso sexual por parte do clero é um dos maiores problemas a ser enfrentado pelo novo papa, segundo uma pesquisa do Instituto de Pesquisas Pew sobre Religião e Vida Pública. Cerca de 34% dos católicos colocam essa questão no topo da lista de preocupações.
    O diretor-executivo do SNAP, David Clohessy , disse que “O passo mais rápido e eficaz do próximo papa seria claramente disciplinar, denunciar e até convocar cardeais e bispos que estão ocultando os crimes sexuais contra crianças. O novo papa deve ordenar que cada bispo ao redor do mundo para entregue todos os indícios que tenha para que  os clérigos  acusados de pedofilia sejam julgados pela lei, não pela igreja”.  Para ele as queixas de abusos por padres gera uma crise de confiança que está longe de terminar.
    Segundo o porta-voz Lombardi, o Colégio dos Cardeais concordou em não dar entrevistas, mas as reuniões conhecidas como congregações gerais, que ocorrem antes da eleição já estão em andamento. Os assuntos discutidos são a nova evangelização, a reestruturação da hierarquia da Igreja, e a necessidade de boa governação da igreja.  Casos de pedofilia não fazem parte da agenda divulgada. Com informações CNN.

    terça-feira, 5 de março de 2013

    VENCE A DEMOCRACIA,NUM PAÍS QUASE LAICO.

    5/03/2013 - 16:36 - Atualizado em 5/03/2013 - 16:54

    Marco Feliciano é nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos

    A decisão do PSC foi anunciada diante dos deputados e jornalistas
    por Leiliane Roberta Lopes


  • Marco Feliciano é nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos Marco Feliciano é nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos
    O Partido Socialista Cristão (PSC) definiu nesta terça-feira (5) a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) importante órgão técnico que avalia e investiga denúncias de violações de direitos humanos.
    Quando a imprensa divulgou que o pastor e deputado federal Marco Feliciano poderia ocupar o cargo, uma grande polêmica se instaurou na internet, críticos da indicação disseram que Feliciano é racista e homofóbico e algumas petições on-line foram criadas para impedir que o deputado assuma o cargo.
    Ao mesmo tempo o deputado criou uma petição em seu favor prometendo defender os valores humanos independente de raça, credo ou orientação sexual, fazendo proposta para apurar até casos internacionais onde os direitos humanos não sejam cumpridos.
    “Procuramos o parlamentar que tinha o melhor perfil para esta função”, disse o líder do PSC ao anunciar que o escolhido foi o pastor Marco Feliciano.
    Um acordo entre os partidos garante que o presidente escolhido não será rejeitado, sendo assim os deputados federais não poderão contestar esta escolha mesmo diante da polêmica criada em volta dessa decisão.