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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano



“Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.
por Michael Caceres



  • Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano
    Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.
    Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.
    “Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.
    Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.
    “Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.
    Hackers tentam invadir site e redes sociais
    Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

    “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor



    Ciro Zibordi comenta críticas a Marco Feliciano
    por Jarbas Aragão

    “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor
    Desde que foi aventada a possibilidade do deputado pastor Marco Feliciano assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, uma enxurrada de críticas contra ele tomaram conta da mídia brasileira.
    Diferentes frases ditas pelo pastor, trechos de vídeo, e inclusive processos que deveriam correr em segredo de justiça foram usados para desabonar a conduta pregressa do parlamentar. Ocorreram inclusive protestos dentro da própria igreja evangélica, que Feliciano acredita representar.
    O teólogo, autor e pastor Ciro Zibordi comentou a situação em seu blog neste sábado. Para ele “não foi por acaso que a ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”.
    Embora reconheça que Feliciano no passado “deixou a desejar como pastor e pregador”, este seria um tempo de os evangélicos orarem por ele e estarem alerta para os planos dos que ele chama de “evangelicofóbicos”. Esse grupo seria “Formado por ativistas LGBTUVWXYZ, juristas, parlamentares e governantes laicistas, além de boa parte da grande mídia… movimento [que] deseja cumprir à risca a agenda liberal. Esta, que é mundial, conta com o apoio de ilustres governantes, como Barack Obama, e abarca a liberação do aborto e a destruição da família segundo o modelo esposado na Bíblia Sagrada”.
    Embora lembre das promessas bíblicas, enfatizando que os evangélicos não tem nada a temer, fez uma ressalva, considerando os últimos acontecimentos “querem calar os verdadeiros pregadores do Evangelho. E alguns desses inimigos da Palavra de Deus e dos bons costumes prometem até pegar em armas, se for necessário. Um desses evangelicofóbicos disse que vai lutar para destruir toda a influência do cristianismo sobre a sociedade brasileira”.
    Durante muitos anos a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara esteve na mão do Partido dos Trabalhadores. Sua presidência foi para o PSC, partido de Feliciano, após negociações com partidos aliados. Entre suas votações previstas estão questões relativas aos direitos dos homossexuais, o que gerou grande parte do protesto, uma vez que Feliciano é contrário ao casamento gay.

    Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da miss


    Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da missãoPor Tiago Chagas
    O ministério da Missão Portas Abertas no Brasil completará 35 anos de existência no próximo dia 1º de Maio, e as comemorações em torno da data já começaram, ressaltando o amplo trabalho desenvolvido nesse período.
    Douglas Monaco, ex-secretário geral da Portas Abertas no Brasil e atual auditor interno da Open Doors International, entidade que congrega e coordena as demais filias da missão no mundo, publicou no site da revista Ultimato um artigo sobre os 35 anos de atividade no Brasil.
    “Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas. No Brasil esse ministério comemora 35 anos! Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus. Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras”, resume o missionário.
    Monaco ressalta as dificuldades enfrentadas em 1978, quando a irmã Elmira Pasquini se propôs a estruturar uma filial da missão no Brasil. “O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados”, enumera.
    A extensão do trabalho da Missão Portas Abertas é relatada por Douglas Monaco, que frisa a mobilização que a igreja evangélica brasileira faz em torno do trabalho missionário: “Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha ‘Domingo da Igreja Perseguida’ mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro”, diz.
    Segundo Monaco, o resumo do trabalho da Missão Portas Abertas é a oferta de oportunidade para que cristãos sejam transformados e a igreja continue crescendo, sem fronteiras: “O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17”, pontua o auditor da Open Doors, que finaliza: “Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história”.
    Confira abaixo, a íntegra do artigo “Perseguidos, mas encorajados”, de Douglas Monaco, no site da Ultimato:
    Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!
    Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras.
    Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos.
    Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.
    Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.
    Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.
    A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.
    Transformação
    As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.
    Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.
    O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.
    Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.
    Relacionamento
    É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.
    Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro?
    A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.
    E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.
    Gratidão
    Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.
    _________
    Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.
    Por Tiago Chagas, para o Gospel+

    Governo vai investigar distribuição indevida de “kit gay” em escolas públicas


    Por Dan Martins
    Governo vai investigar distribuição indevida de “kit gay” em escolas públicas Recentemente, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a interrupção do envio do material conhecido como “kit gay” para escolas no norte e nordeste do país. Apesar de ter sido vetado pela presidente Dilma Rousseff, o material neste ano, chegou a ser remetido às Secretarias de Saúde nos estados.
    Padilha determinou também a abertura de um processo administrativo para identificar os responsáveis pelo envio de material conhecido como ‘kit gay’ a 13 estados das regiões Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde já expediu ofícios às secretarias destes estados, determinando que o material não seja distribuído nas escolas; e começou a investigar de onde partiu a remessa do material.
    As revistas de histórias em quadrinhos (HQ), apresentadas como um suposto material informativo para prevenir a homofobia entro o público adolescente foram elaboradas em 2010 como parte do programa de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e AIDS. A informação sobre o envio das revistas para os serviços de combate a DST/AIDS e sobre o posterior veto do ministro Padilha foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último sábado (16).
    O material foi produzido durante a gestão de José Gomes Temporão, antecessor do ministro Padilha, segundo o qual o ministério já sabe que o envio aos 13 estados partiu do Departamento de DST/AIDS da pasta, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde.
    Por Dan Martins, para o Gospel+

    Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano



    Rachel Sheherazade defendeu que as opiniões pessoais do deputado evangélico não podem ser confundidas com suas ações de parlamentar
    por Leiliane Roberta Lopes



  • Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano
    Ao comentar a notícia sobre os protestos que aconteceram nesta quarta-feira (20) durante a segunda sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), a jornalista Rachel Sheherazade defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.
    A apresentadora do SBT Brasil lembrou que a democracia garante tais direitos e que mesmo sendo o Brasil um estado laico, a liberdade de crença é dada ao cidadão e por isso deve ser respeitada.
    “Por mais polêmicas que sejam suas opiniões pessoais, não se pode confundir pastor com o parlamentar. Aliás, para ser um parlamentar é preciso primeiro respeitar o voto e aceitar seus resultados que nem sempre agradam a todos”, disse.
    Ao finalizar sua opinião sobre a polêmica, a jornalista ainda afirma: “Quem não estiver preparado para a democracia, que renuncie a ela”, encerra Raquel.
    No mesmo dia que manifestantes lotaram a sala da Câmara onde acontecia a sessão presidida por Marco Feliciano, os deputados que não concordaram com sua eleição apresentaram a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos como forma de protesto contra a eleição do deputado evangélico.
    Assista:

    Casamento gay é “um ataque destrutivo ao plano de Deus”, disse papa



    Quando era bispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio chegou a ir contra o governo argentino que legalizou a união entre pessoas do mesmo sexo
    por Leiliane Roberta Lopes

    A
    Em julho de 2010, quando atuava como arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio foi contra a decisão do Senado da Argentina que aprovava o casamento entre pessoas do mesmo sexo e disse que a união gay era “um ataque destrutivo ao plano de Deus”.
    Além de ser contra o casamento, Bergoglio também se posicionou contra a adoção de crianças por homossexuais e acabou sendo criticado pela presidente Cristina Kirchner.
    Ao saber sobre as declarações do religioso, Kirchner que estava na China respondeu dizendo que o arcebispo e outros religiosos estavam “nos tempos das cruzadas” enquanto o governo só estava olhando a realidade da sociedade argentina.
    Nascido na capital argentina em 17 de dezembro de 1936, Jorge Mario Bergoglio foi ordenado como sacerdote aos 32 anos e ordenado como bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires em 1992 pelo então papa João Paulo 2º.
    Sua nomeação como arcebispo também foi feita pelo papa falecido que em 2001 o recebeu como cardeal.
    Bergoglio é jesuíta e se formou como técnico químico antes de ir para o seminário de Vila Devoto, em Buenos Aires. Ele também estudou teologia em seu país e foi para a Espanha aprofundar seus conhecimentos na universidade Alcalá de Henares.

    “Rachel Sheherazade: A Musa e as Gaiolas”,


    Confira abaixo, a íntegra do artigo “Rachel Sheherazade: A Musa e as Gaiolas”, de Arthur Vivaqua:
    Conta-se a história do homem que foi à loja de animais escolher um passarinho.
    Chegando lá, um solícito vendedor lhe perguntou:
    - Qual é a sua espécie favorita?
    Carrancudo, o homem respondeu:
    - Qualquer uma, desde que não voe.
    Ao que o vendedor, intrigado, replicou:
    - Com todo o respeito, senhor, qual é o sentido de comprar um pássaro que não voa?
    - Com todo o respeito, amigo, mas se eu quisesse que ele voasse, por que o colocaria numa gaiola?
    ***
    Rachel Sheherazade contrariou o mundo ao decidir voar.
    Seria mais cômodo para todos -inclusive para ela – se não o fizesse, afinal de contas, gaiolas de ouro podem ser extremamente confortáveis.
    Rachel, porém, parece não se adequar a elas.
    Num texto publicado por este democrático RD1, Henrique Brinco, o autor, elege, em tom de ironia, Rachel como a “nova musa do conservadorismo brasileiro”.
    Fico a me perguntar se isso é algo ruim, como parece crer o autor.
    Afinal de contas, toda musa serve de inspiração para alguém. E há verbo mais belo do que “inspirar”?
    “Musa”, desde a Grécia Antiga, é a palavra que designa seres que trazem inspiração artística e científica.
    O templo das musas era chamado de Museion, palavra que deu origem ao termo “Museu”, local onde guardamos as mais preciosas lembranças de nossa História.
    Pois bem, Rachel é a musa de milhões deste país.
    Quanto a palavra “conservadorismo”, alguns ‘progressistas’ têm tentado transformá-la em palavrão.
    Não seria, porém, o mundo uma mescla de “renovações conservadas” e “conservatórios renovados”?
    Ora, conservar aquilo que é bom não faz mal!
    O pessoal das gaiolas, porém, continua bravo com Rachel.
    Utilizo, respeitosamente, trecho do texto de Henrique:
    “O fato é que Sheherazade não combina com a linha editorial do SBT, sempre marcada pelo entretenimento liberal e pela diversidade. Ela não é unanimidade por lá.”
    1° crime de Rachel -> Ter renovado a ‘linha editorial’ do SBT.
    2° crime de Rachel -> Não ser uma unanimidade.
    Alguém mais percebe a tesoura? Algum ser humano já alcançou essa tal ‘unanimidade’?
    Segure as asas, Rachel, pois o autor prossegue:
    Sheherazade já se mostrou conservadora nos comentários sobre a retirada de símbolos religiosos nas instituições públicas e nas cédulas do real e sobre a legalização do aborto (tema que, na minha visão, nenhum jornalista tem instrução suficiente para opinar)
    Pergunto: Só a opinião dos que têm ‘instrução suficiente’ importa? Estamos na democracia seletiva e ninguém me avisou?
    O aborto fala sobre a vida e a morte. Não cabe a nós, seres viventes e mortais, debater sobre ele?
    Ou será melhor delegar decisões que dizem respeito a nós e ao mundo que deixaremos aos nossos filhos aos “especialistas” do assunto?
    Ao fim de um texto linguisticamente impecável, Henrique Brinco afirma:
    Sheherazade fala o que a massa quer ouvir.
    Pode haver contradição maior do que esta?
    Se Rachel fosse “da massa”, textos como o de Henrique sequer seriam redigidos!
    Se Rachel falasse o que “a massa quer ouvir”, a patrulha da gaiola estaria perseguindo outros que não ela.
    Destacarei o período a seguir:
    Rachel é criticada porque incomoda, e incomoda porque critica.
    Em tempos de “politicamente correto”, ela opta apenas pelo que acha correto.
    Reflita comigo:
    É fácil ser contra Feliciano, afinal, todos os “bonzinhos” o são.
    É fácil ser a favor do aborto, afinal nossa própria presidenta o é.
    É fácil ser corintiano desde que o time ganhou do Chelsea.
    Mas Rachel (Ah, Rachel!) insiste em voar.
    E, ao ser tema de textos e teses, prova que seu voo não é vão.
    Rachel emite opiniões e, como todas, estas estão sujeitas a aplausos e vaias. O que uma democracia não aceita, porém, é que opiniões sejam tachadas de “atrasada” ou “errada” apenas por não seguir a pauta da moda.
    Louvo Rachel por sua coragem.
    Louvo também o SBT que, todos que escrevemos sobre TV sabemos, ainda é sinônimo de Silvio Santos. Ele certamente aprova que seus pássaros voem.
    Seu SBT Brasil ainda é, em diversos aspectos, um telejornal muito inferior aos concorrentes, mas, ao menos num quesito, ele os goleia: na quantidade de musas.
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    É para inspirar que nós, os que trabalham com ideias, estamos aqui.
    Você pode achar esse texto horrível ou fabuloso e, em ambos os casos, eu terei cumprido meu objetivo ao escrevê-lo.
    E, seja lá o que for que tenha achado, você não está “certo” nem “errado”. Você é apenas você.
    É assim com Rachel.
    Ela poderia dizer o que todos querem, mas insiste em dizer o que quer.
    Isso é liberdade. Isso é jornalismo. Isso é democracia. Isso é inspiração.
    Qualquer coisa diferente disso é mero cortar de asas…
    Por Tiago Chagas, para o Gospel+